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Equipe Sintracoop

Sindicato dos Trabalhadores Celetistas em Cooperativas

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  1. 1

    Olivares Rocha

    Não se conhecem casos de pessoas que praticando corretamente a AUTO-HEMOTERAPIA, tenham adoecido de dengue, gripe suína, gripes comuns, e muitas outras doenças…
    Pois aconselho que pesquisem se informem e leiam tudo sobre a AUTO-HEMOTERAPIA. Este procedimento estimula o Sistema Imunológico do praticante de forma que ele próprio protege nosso corpo e combate doenças.
    Empregado há século em Veterinária, no Brasil assim como foi empregado por médicos desde 1918, até abril de 2007. Mas ainda o é em vários países, como Alemanha, Argentina, México, etc… Procure entre conhecidos quem usa deste tratamento (estimam em 12 milhões de pessoas) e veja se este praticante não relatará somente saúde. Assim ocorre entre parentes e conhecidos que praticam a AH, aonde vimos remissão de asma, hipertensão, uma cirurgia de tireóide dispensada, plaqueotopenia leve, sintomas de menopausa, gripes, amidalites e crises de aftas recorrentes, etc, etc, etc…
    Diversos trabalhos científicos estão disponíveis, inclusive as experiências e estudos procedidos na UFRJ, USP e UNICAMP há mais 15 anos, sobre uma vacina chamada ZIMDUCK, baseada no princípio secular da proteinoterapia, onde injetavam, lá no início do século passado, várias proteínas estéreis (limpas, desinfectadas) num músculo do paciente para provocar uma leve leucocitose (estímulo imunológico) Até descobrirem que a proteína mais segura e de fácil obtenção é o sangue do próprio paciente. Daí surgiu a auto-hemoterapia. A vacina ZIMDUCK, inventada na UNICAMP em 1995, usa quatro tipos de leite para promover estímulo imunológico. A AH usa 5 ml de seu próprio sangue recém colhido como num exame de sangue simples, que é imediatamente injetado num dos músculos usados para vacinar (a mesma reação que provoca a limpeza de um simples hematoma age no sangue injetado dentro do músculo, só que em maior escala)

    As autoridades proibiram a AH mesmo diante de século receita médica, com a permissão destas mesmas autoridades, mesmo sob século de emprego da Ah em Veterinária, mesmo diante de milhares de depoimentos favoráveis, mesmo diante do fato de ser a Ah receitada em vários países há décadas, mesmo sendo a Ah copiada em várias terapias…
    Alegam que não reconhecem a AH por carecem estudos, que não há prova científica..
    Bem estudos existem vários, inclusive registrados no PUBMED…
    Não reconhecer não é o mesmo que não funcionar ou ser perigoso…
    Não terem estudado não significa que não possa ser eficaz.
    Ora, sabemos que estudos demandam dinheiro, investimento. E investimento sempre denota retorno, infelizmente, monetário. Tempos românticos em que cientistas, pesquisadores se dedicavam às pesquisas objetivando o bem da Humanidade (precisamos de mais Sabins da vida) não existe mais. Tudo que se descobre tem de passar pelo crivo mercadológico: tem de dar lucro e ser patenteável. Ora, por que mesmo diante do record de lab farma hoje em dia, das fortunas investidas em pesquisas, das milhares de mentes envolvidas, por que não se tem notícia de um remédio inventado nos últimos vinte anos, ou mais, que CURE, que promova a saúde do doente, sem que seja necessário torná-lo um dependente de remédios de uso contínuo, dos do tipo paliativo, de controle. Enfim, de um remédio que cure não nos torne um consumidor ad infinitum…

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